NA BATUCADA DA VIDA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Bom dia , Boa tarde , Boa NoiteNesses dias confusos daqui da Província , fico relembrando alguns momentos que já tive nessa coisa que hoje chamam de política.
Lembro-me do sacrifício que foi fundar o Partido dos Trabalhadores em Águas de Lindóia, ou melhor refundar.
As primeiras campanhas,divulgação feita em máquina de escrever,muita caminhada e muita falação numa cidade onde Chedid era o grande nome da direita que ainda insiste em mandar naquelas terras.
Porém grandes homens e mulheres obstinados por um mundo melhor corriam atrás do impossível: Fazer nascer uma opção mais razoável práquelas terras.E sabe que hoje relembrando aqueles bons tempos percebo que tudo valeu a pena,o grande representante do partido o nordestino LULA,virou presidente,deixou no seu lugar uma mulher guerreira,honesta e tão forte quanto as mulheres de Águas de Lindóia, destemidas que ajudaram a plantar a raiz do partido que iria e irá governar esse país por muito tempo.
Analisando a Província aqui,percebo que nós naquela pequena cidade de Águas de Líndóia,conseguimos fazer muita coisa prá esse país chegar onde chegou e que com certeza irá muito mais além do que conseguiu…
Parabéns  Marinas, Katias, Vivianes, Patrícias, Hildas, Lourdes.. e a tantas outras mulheres que nas cidades pequenas fizeram florescer uma esperanças que superou as disputas do partido,que superou a ganância,que superou a vontade do ter mais,para serem mais…
Isso tudo valeu…para que nessas horas aqui na Metrópole,a gente pare , analise e continue mesmo que muito desanimado,continuar a caminhada para sermos todos felizes,com d ireitos e deveres iguais.

Sentimento do mundo (Poema da obra Sentimento do mundo), de Carlos Drummond de Andrade

Tenho apenas duas mãos
e o sentimento do mundo,
mas estou cheio escravos,
minhas lembranças escorrem
e o corpo transige
na confluência do amor.
Quando me levantar, o céu
estará morto e saqueado,
eu mesmo estarei morto,
morto meu desejo, morto
o pântano sem acordes.

Os camaradas não disseram
que havia uma guerra
e era necessário
trazer fogo e alimento.
Sinto-me disperso,
anterior a fronteiras,
humildemente vos peço
que me perdoeis.

Quando os corpos passarem,
eu ficarei sozinho
desfiando a recordação
do sineiro, da viúva e do microcopista
que habitavam a barraca
e não foram encontrados
ao amanhecer

esse amanhecer
mais noite que a noite.

(Bom dia , Boa Tarde,Boa Noite)

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A cultura como campo de combate | Carta Capital.

VEJA E SEUS PACTOS….

Publicado: 14 de maio de 2012 em Uncategorized

REVISTA VEJA INCORPORA O FAUSTO, DE GOETHE, FAZENDO UM PACTO COM O QUE HÁ DE PIOR NO JORNALISMO

Deixe um comentário Publicado por em 14 maio, 2012

…só se for das trevas

A pobre liberdade de expressão anda bastante massacrada e desvirtuada ultimamente. De ideia legítima e necessária, ela vem se tornando a arma preferida de alguns setores da mídia nacional para travar o seu combate da manipulação, da ilegalidade e da partidarização no jornalismo. Para se defender de qualquer acusação, lança-se mão do sagrado escudo da liberdade de expressão que, vale dizer, nunca esteve tão longe de seus significados mais essenciais.

Mas a revista Veja insiste em dizer que sua ligação com Carlinhos Cachoeira nada é mais é do que fruto de seu jornalismo valente, investigativo, que não tem medo de “falar com os demônios” em nome de informar a sociedade, e que as críticas contra ela são pura e simples perseguição ao seu direito de liberdade de expressão.

O problema, no entanto, como lembra Mauricio Dias em texto publicado na revista Carta Capital, não é conversar com o diabo e sim firmar um pacto pra lá de suspeito com ele, já comprovado por transcrições divulgadas das conversas entre um repórter de Veja e o bicheiro tão comentado. Assim, podemos dizer que a perspicaz revista Veja confunde liberdade de expressão com liberdade de manipulação.

A mensagem que se encontra por trás dos editoriais recentemente divulgados em defesa da revista e da sua última capa não é outra que não: nós somos a opinião pública nacional, fazemos o que quisermos e estamos amparados pela liberdade de expressão.

No entanto, as coisas parecem estar mudando. A própria necessidade dos editoriais hilariantes e da última capa hipócrita, para dizer o mínimo, comprovam que essa mídia tão poderosa precisa dar alguma satisfação à opinião pública da era da internet e da pluralidade da informação, nem que seja uma desculpa ainda mais falsa do que suas condutas anteriores. Afinal, de quem firma um pacto com o que há de mais obscuro nas forças malignas, não se pode esperar muito brilhantismo.

Veja trecho do texto de Mauricio Dias:

Pacto com o diabo
Por Mauricio Dias

Argumenta a direção de Veja, apoiada por um grupo de acólitos furibundos e direitistas desnorteados, que os repórteres da revista, em razão da natureza da reportagem, mantiveram relações perigosas com Carlinhos Cachoeira como, às vezes, exige a insalubridade da missão do profissional em busca de informações importantes para conhecimento da sociedade.
Há registro de mais de 200 telefonemas trocados entre os repórteres e Cachoeira, uma fonte de onde jorraram algumas das principais “investigações” daquela revista semanal.

O princípio defendido é correto. E o número de ligações telefônicas, por si só, não significa nada além do fato de se falarem muito. Mas as conversas travadas pelo repórter e o contraventor Cachoeira são de preocupante intimidade, como mostram algumas transcrições já publicadas.

“Fala pra ele que é de confiança o homem”, diz o senador Demóstenes Torres para Carlinhos Cachoeira ao se referir ao repórter de Veja.

O repórter é sempre o elo mais fraco nesse processo, conforme deixa entender Eurípedes Alcântara, diretor de redação de Veja. Ele tentou explicar assim o envolvimento da revista com um contraventor que agora já pode ser carimbado como criminoso: “… casos assim jamais são decididos individualmente por um jornalista, mas pela direção da revista”.

A frase de Alcântara protege o pé e descobre a cabeça. Talvez ele tenha tentado preservar o repórter dos longos braços da CPI, mas certamente expôs os donos da revista. Ele próprio ocupa um “cargo de confiança” pelas mesmas razões que o repórter de Veja era da confiança do senador Demóstenes.

Confiança no Brasil traduz a confiança “pessoal” e não a “profissional”.

Esse processo confirma, em última instância, que o repórter de confiança do editor e de Cachoeira é também de confiança do dono. Assim fica claro que o acordo liga Cachoeira diretamente a Roberto Civita, dono da Veja.

Nesse caso, portanto, a tese correta sobre a insalubridade do trabalho do repórter desvirtuou-se na prática.

A crítica que se faz é ao desvio de conduta, comprovada por uma série histórica de erros intencionalmente cometidos. O elenco é grande e aponta uma tendência política. São geralmente denúncias, ao longo dos governos de Lula e Dilma, notadamente apontando suspeitas de focos de corrupção em setores específicos da administração federal. (Texto completo)

“Brasil Carinhoso” ataca desigualdade pela raiz | Conversa Afiada.

Mulher de Gurgel cita mensalão: “parlamentar não é burro” | Conversa Afiada.

http://www.conversaafiada.com.br/pig/2012/05/13/blogueiros-prontos-para-o-encontro-pig-tremei/.

PROJETO FUNDAMENTAL

Publicado: 12 de maio de 2012 em Uncategorized

PROJETO FUNDAMENTAL: APENAS 600 BRASILEIROS AFORTUNADOS PODEM CONTRIBUIR COM R$ 10 BILHÕES POR ANO AO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

Deixe um comentário Publicado por em 11 maio, 2012

Projeto do deputado Aluizio combate a desigualdade no país mais desigual do mundo

Um projeto de uma beleza política inigualável e de fundamental importância para melhorar a saúde pública no Brasil está sofrendo resistência, imagina de quem, DEM e PSDB, além de outros partidos de atitudes ignóbeis como o PSD de Gilberto Kassab.

O projeto prevê taxação para quem tem mais de R$ 4 milhões de patrimônio, que são cerca de 38 mil brasileiros bem afortunados. Eles poderão contribuir com R$ 14 bilhões para o SUS (Sistema Único de Saúde), mas a taxação seria maior para os 600 (apenas 600 brasileiros) mais ricos do Brasil, que arcariam com R$ 10 bilhões. Os outros 37,400 milionários arcariam com R$ 4 bilhões.

 Segundo reportagem do jornal O Globo, DEM e PSDB deixaram o plenário para evitar a aprovação em Comissão da Câmara. O mais importante é que o projeto taxa o patrimônio e não a renda. Assim, os ricos, a classe média alta, a classe média e os pobres não pagam nada, mas os milionários, sim. Para se ter uma ideia, uma pessoa com 10 apartamentos de R$ 200 mil cada, mais uma casa na praia de 400 mil, uma casa de R$ 500 mil e mais uma fazenda de R$ 1 milhão estaria isenta de pagar essa taxa.  É só para quem é muito rico mesmo!

O projeto que taxa as grandes fortunas tem como autor o deputado Doutor Aluizio Júnior (PV-RJ). Pela proposta, são criadas nove faixas de contribuição a partir de acúmulo de patrimônio de R$ 4 milhões e a última faixa é de acima de R$ 115 milhões. O projeto atinge 38 mil brasileiros, com patrimônios que variam nessas faixas.

– São R$ 14 bilhões a mais para a saúde por ano. Desse total, R$ 10 bilhões viriam de 600 pessoas, mais afortunadas do país. Vamos insistir com o projeto – disse Aluizio Júnior.

A relatora do projeto foi a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), que deu parecer favorável. O projeto das grandes fortunas chegou a ser votado e 14 parlamentares votaram sim e três, não. Foi nesse momento que Perondi pediu a verificação de quórum e eram precisos 19 votantes ao todo. E tinham 17. Faltaram apenas dois para a matéria ser considerada aprovada.

Quando começou a votação, parlamentares do PSDB e do DEM deixaram o plenário. (Texto Integral)